sábado, 28 de dezembro de 2019

Filmes que assisti nas férias

Quem me conhece sabe que eu sou um grade nerd de games, cinema e quadrinhos, hobbies dos quais me distanciei nos últimos anos por alguns fatores, diria que a questão principal é agenda apertada e também falta de grana - principalmente quanto aos videogames.

Mas nessas férias o que não falta é tempo livre, portanto pude ver alguns filmes que me interessavam, vou fazer uns breves reviews deles e dizer se recomendo ou não. Vamos começar.


Missão: Impossível - Efeito Fallout (2018)


Este aqui é para quem assim como eu é fã de filmes de ação. Já adianto que vou rasgar uma ceda nas próximas linhas.

Se você quer roteiros sofisticados, procure em outro lugar, o que temos aqui é um filme de ação muitíssimo bem executado. Estrelado por Tom Cruise, o cara que parece querer tentar se matar só pra filmar um besteirol.

Eu sou um grande fã do gênero e devo afirmar que a franquia Missão Impossível vai entrar pra década como a melhor do gênero nos anos 2010, colocando a concorrência como 007 no chinelo.

O que mais me incomoda em cenas de ação de muitos blockbusters que vejo por aí, como os filmes da Marvel, é o fato de que a computação gráfica inunda a tela e a impressão que dá é que estamos assistindo desenhos animados. Com Missão Impossível é diferente, tudo que você vê na tela está la mesmo.

Mas admito que o filme não é pra qualquer um, só pros grandes fãs do gênero.


Dois Farristas Irresistíveis (1964)


Clássica comédia de 1964, estrelando o lendário ator Marlon Brando, que surpreendentemente mostra que também tem aptidão para atuar em papeis cômicos.

Me interessei pelo filme porque ele é a  versão original de uma famosa comédia oitentista, "Os Safados" (1988). Infelizmente eu já conhecia a maior parte do roteiro que é idêntico, entretanto, o final é diferente, sendo assim o filme é uma boa pedida, ainda que você conheça a versão de 1988.

Soube que o filme foi novamente refilmado em 2019, sob o título no Brasil de "As Trapaceiras" (2019), o qual tem cara de ter recebido um tratamento feminista, mas pode ser impressão, não vou julgar o filme sem tê-lo assistido.


Entre Facas e Segredos (2019)


Este aqui é para quem gosta de filmes do gênero quem matou, estilo os livros da Agatha Christie. O roteiro é muitíssimo criativo, com algumas reviravoltas interessantes, além de um elenco primoroso, com destaque para Daniel Craig.

O filme parece ter sucumbido a febre de nosso tempo e toca em algumas questões politicas, não vou me aprofundar nestas questões aqui, mas devo dizer, que em grande parte, como liberal concordo com o posicionamento politico que o filme pretende passar, ainda que nestes tempos confusos, a mensagem pareça ser mais digerível por paladares de esquerda.


A Forma da Água (2017)


Eu acredito firmemente que filmes devem ressonar com quem os absorve, se eu não gosto do filme, não me interessa o que o mundo diga, não vou dizer que seja bom, da mesma forma que o efeito contrário pode acontecer, de modo que existem alguns besteirois que eu gosto que mais ninguém parece conseguir tragar. Por exemplo, acho o filme "Joker" (2019) completamente superestimado, mas todo mundo parece discordar de mim. Tendo em vista que recebo respostas até em parte agressivas quando digo que não gosto tanto assim do filme.

Enfim.

Digo isso, para chegar ao ponto de que, a despeito de toda a sacralização deste filme do formidável diretor Guillermo del Toro, simplesmente não vi muita graça no mesmo. O assisti distraidamente na TV enquanto olhava o celular.


Jurassic World: Reino Ameaçado (2018)


Este aqui é bastante fraco, A narrativa não é muito criativa e as cenas de ação sem graça não conseguem salvar o filme.

Dois dos personagens principais são extremamente irritantes, os vilões são caricaturas unidimensionais. Realmente não tenho muito a acrescentar, mas eu disse que falaria sobre todos os filmes que eu assisti nas férias, então...

Ah, só para esclarecer, se você viu o filme, estes são os dois personagens irritantes aos quais me refiro:





Bom, por enquanto é isso, ainda tenho mais férias pela frente, devo assistir mais filmes, qualquer coisa faço uma parte dois ou até atualizo este post.

Férias: Eu não saio da rede

"Nem de graça comemos o pão de homem algum, mas com trabalho e fadiga, 
trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós". - 2 Tessalonicenses 3:8

Hoje cheguei a meu 15º dia de férias, um tanto embaraçoso constatar que devo ter passado uma boa parcela das férias deitado na rede.

Não foi de tudo improdutivo, geralmente passo o tempo assistindo videos no YouTube sobre os mais diversos assuntos, desde economia até astronomia, aprender nunca é demais.

Mas, ainda não estudei nada, não há nenhum edital interessante aberto no momento, mas eu tenho muito interesse de fazer os seguintes concursos no ano de 2020: Alerj, Senado Federal e TCE-RJ.

Já possuo uma base de estudos muito boa, mas estou há mais de um ano sem estudar para concursos, portanto preciso meter a cara novamente, os três concursos citados, especialmente o do Senado, são de altíssimo nível e a coisa fica pegada entre concurseiros profissionais, não dá pra achar que da pra classificar sem preparo, o máximo que dá pra fazer despreparado é tirar uma nota boa e ganhar um tapinha nas costas por isso.

A parte engraçada disso tudo é que sempre me senti mal caso ficasse muito tempo ocioso, sempre odiei ficar parado, gosto de estar ativo procurando o que fazer.

Este ano devo passar o réveillon em casa mesmo porque eu não tenho dinheiro sobrando pra ir a praia ou coisa do tipo.

Devo continuar em casa para economizar dinheiro, o que fazer então? Ora, tenho a internet em mãos, posso no minimo estudar e colher os frutos do aprendizado a longo prazo.




sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Socialistas realmente sabem sobre o que estão falando?

Via de regra, não sou muito de conversar sobre politica com amigos e famílias, os ânimos tendem a se exaltar em meio as paixões muito pessoais de cada um e eu mesmo questiono a minha própria capacidade de manter a compostura e o controle, correndo o risco de perder a amizade de pessoas queridas.

Outro dia entretanto resolvi quebrar a regra e indagar a um amigo meu, ex-colega da faculdade de História - contexto: ele tem 30 anos, bem empregado em dado banco privado com salário razoável, casado e com um filho -, pedi para que elencasse os pontos centrais das coisas que ele defende, sendo que ele se apresenta como social democrata.

Conclui duas coisas com a resposta do mesmo:

1- Prontamente apontei que muitas das coisas que ele defende estão em sintonia com o meu pensamento, o que me deixou um tanto perplexo. Por exemplo: ele defende politicas de assistencialismo como bolsa família para os especialmente mais necessitados, frisei que em um mundo ideal tais politicas não deveriam existir, mas, já que existem, apoio programas como bolsa família e outras formas de assistencialismos descarregados de burocracia estatal, citando autores como Milton Friedman para frisar que tal pensamento é bem aceito no meio liberal. 
Curioso, a despeito de extremismos, interessante notar a quantidade de terreno em comum que podemos possuir sem notar.

2- Ao perguntar sobre seu pensamento sobre comércio internacional, o mesmo deixou a entender que seria favorável ao livre comercio. Prontamente retruquei que os partidos tradicionais de esquerda no Brasil e no mundo tendem a ser protecionistas, ao que o mesmo respondeu dizendo o seguinte "- não sei dizer, teria que pesquisar mais sobre o que tais partidos defendem a respeito". Isso sim me deixou verdadeiramente perplexo.

Ora, a bandeira majoritariamente defendida por partidos de esquerda no que tange a comércio internacional tende a ser a do protecionismo, isso é um fato dado.





Mais tarde, pensando sobre essa conversa, imediatamente me veio a mente uma questão corriqueira, mas que talvez eu não costume dar a real importância:

Socialistas realmente sabem sobre o que estão falando?

Sabem o que estão defendendo??? Sabem como votam os legisladores de seus partidos??? Seriam eles, na verdade, liberais/ libertarians sem saber?

Boa parte deles são adolescentes ou jovens nos seus vinte pouquinhos, os quais questiono muito se realmente sabem no que estão votando.

Por fim, outra coisa que notei nos escritos de meu amigo, é algo muito comum na estética textual de esquerdistas formandos/ formados em história e afins: um palavreado confuso que parece querer despistar o leitor, uma camuflagem talvez para que o receptor não note a falha de preparo do mensageiro. Não obstante, em algumas de minhas réplicas as palavras de meu amigo, geralmente começava dizendo algo assim: "bom, se bem entendi o que você disse"... Realmente eu não entendia, só são sabia se objetivo era esse mesmo.

O socialista desavisado é aquele cara que torce e concorda pelo que o time do Cap. América defende em Civil War, mas na vida real, por alguma razão, votaria pelo time do Iron Man.

domingo, 22 de dezembro de 2019

História: Exames imperiais da China

Eu sou o tipo de cara que defende concursos públicos no Brasil como sendo a forma mais idônea se se selecionar bons profissionais para as mais diversas área, nesse sentido, a CF 88 é salutar "a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei (...)" , infelizmente essa coisa linda é prejudicada pela brecha da possibilidade de nomeação de cargos em comissão, algo que deveria ser exceção, mas muitas vezes acaba virando regra em muitas repartições...
Entre a nomeação arbitrária de apadrinhados de agentes politicos e concurso público, me desculpe, mas eu fico com o concurso. E defendo sua instituição com unhas e dentes. Trata-se de meritocracia em sua forma mais pura.
Seu potencial para trazer pessoal de qualidade para servir o público é verdade no Brasil de hoje, em muitos países do mundo que adotam tal medida e também na China antiga, onde encontramos os primeiros registros de utilização de avaliação para se adentrar no serviço público.

Pintura do séc. XVI: Candidatos reúnem-se em volta da parede após a publicação do resultado dos exames.
Este anúncio ficou conhecido com a "liberação do rolo" (放榜), termo ainda usado atualmente.

Os exames Imperiais aplicados na época da China Imperial, consistiam numa série de provas que serviam para selecionar a quem, entre a população, seria permitida a entrada na burocracia estatal. O sistema perdurou por 1300 anos, de sua fundação durante a dinastia Sui, em 605, até sua abolição perto do final da dinastia Qing, em 1905.

Mas o sistema chines antigo não era um conto de fadas...

Originalmente, a eleição do funcionário era feita segundo critérios aristocráticos, sendo examinados apenas os descendentes das famílias aristocráticas. Ademais, somente se admitiam homens.
Os testes representavam o caminho mais curto para subir a escada social e, portanto, também representavam um objetivo fundamental para os membros das classes educadas. Devido à importância dos testes, essas classes acabariam marcando com características meritocráticas as características peculiares do que pode ser considerado o exemplo mais centralizado e absolutista do despotismo oriental.

Evidentemente que o modelo não era perfeito...

Mas estamos olhando para uma cultura completamente diferente da nossa, portanto julgar alguns critérios de seleção com base em nossa realidade pode acabar sendo um tanto descabido.

De qualquer forma, o que é interessante notar é como uma sociedade pré moderna já ensaiava uma metodologia de seleção ao serviço públicos, que hoje podemos aperfeiçoar por meio de um sistema verdadeiramente meritocrático.

No mundo de hoje, a União europeia também realiza seleções de funcionários por meio de testes e entrevistas.

A internet mudou como ser concurseiro

Ano que vem eu completo 28 anos de idade, vislumbro os anos passarem cada vez mais rápido e admiro como o tempo de uma vida humana pode ser curto, se comparado ao grande esquema das coisas.

Pode ser um tanto melancólico constatar isso, mas por outro lado tem seu aspecto positivo, afinal eu sempre soube que tempo é dinheiro, mas agora vejo que tenho cada vez menos tempo sobrando e potencialmente cada vez menos espaço para agir...

2020 é logo ali...

2019 marca o fim de uma década que simbolicamente chamaremos de anos 2010, por experiência próprio sei que a nostalgia tende a ofuscar o pensamento de muita gente que gosta de idealizar o passado, já até me vejo em 2030 ouvindo coisas sobre como a vida era mais simples em 2019... Eu estive em 2019, contemporâneos de 2030, não era tão bom assim...

Mas enfim...

Qual o Zeitgeist dos anos 2010?

O que vai ficar pra posteridade nesta década, sem dúvida é o boom dos smartphones e a grande facilitação no acesso a internet, moldando e mudando diversos aspectos de nossa sociedade, inclusive, é claro, o jeito como estudamos para concursos.

Eu comecei a estudar seriamente para concursos em 2016, quando os smartphones já eram massivamente presentes no cotidiano. Nunca saberei o que é ser um concurseiro no período em que a internet ainda engatinhava e sequer era a fonte primária de estudos.

Como eram alguns concurseiros pré internet
Hoje em dia o cenário é diferente, a democratização ao acesso a informação via internet torna praticamente qualquer brasileiro  com um minimo de interesse em um concurseiro verdadeiramente competitivo, basta querer e se esforçar. Você não precisa mais pagar cursinhos caros e eu sequer sei se são vantajosos - pense no tempo e energia perdidos só para chegar ao local do cursinho. Você não precisa investir muito em material impresso para estudar, ainda que seja menos prejudicial a vista do que ler na tela do PC, não é essencial. 

Você só precisa da internet, algo que hoje em dia é tão fundamental nos lares brasileiros como as contas de luz, água e gás. Algo que você já tem acesso e te deixa a um passo de estudar e dominar qualquer matéria.


2020 ta aí.

Senado Federal será meu foco, também tenho meus olhos sobre a possibilidade de sair edital para o TCE-RJ e da ALERJ.



Bom, estou de férias neste fim de ano, não estou ativamente estudando nem nada, portanto, tenho bastante tempo para escrever aqui, vou tentar postar com certa frequência neste período, mas não tenho certeza, não quero chegar aqui e escrever por escrever, tenho que ter algo a acrescentar. Mas to na área, os comentários, pelo menos, não devo demorar muito a responder.

Abraços.

domingo, 8 de dezembro de 2019

Frustração e concursos públicos



"Caia sete vezes; levante-se oito..." 

- Provérbio Japonês.



Estudar e realizar concursos públicos são sem duvida uma coisa frustrante, afinal as vagas estão muitíssimo escassas - e acredito até que isso será uma tendência daqui pra frente -, ao passo que tem muito candidato de excelente qualidade se preparando e realizando os exames, ou seja, eu não sei se tem vaga  o suficiente para todos os candidatos realmente bons, acho até que não.


Isso leva a frustração. Afinal você pode ser derrotado não uma, mas diversas vezes, mesmo estando preparado e fazendo uma prova de forma excelente. 

Uma conhecida minha formada em direito fez os últimos concursos para DPE-RJ, TRT, TRF-RJ/ES, diversos concursos municipais, fez MPE-RJ há uns anos e outra vez agora em 2019. Sempre notei que ela pontuava bem e fica na cola, em boas posições, mas nunca classificou o suficiente para ser convocada. 

O que você ganha se pontua bem, mas não o suficiente para ser convocado? No máximo um tapinha nas costas, que não vai pagar suas contas.

Você faz uma prova de cerca de 80 questões, sabendo que uma questãozinha errada, uma única casca de banana te joga num abismo e te tira o sonho da vaga, a pressão é muita e você deve aprender a lidar com ela, afinal, classificar ou não na vaga leva a padrões de vida completamente distintos. Por experiência própria, esse nervosismo diminui a medida que você esteja ganhando bem e não precisa tanto assim da vaga almejada, que crueldade, os concurseiros já concursados ficam menos nervosos que os ainda desempregados ou que ganham pouco... em contrapartida, os concurseiros já classificados tendem a ser mais acomodados...

Isso meus amigos, é frustrante.  Se você comparar, por exemplo, com estudar para uma faculdade, notará que na faculdade, após estudar muito, com certeza encontrará resultado, que é a aprovação com excelentes notas, no concursos público nem sempre assim, tendo em vista que o objetivo singular é a classificação, e as vagas são limitadas.

Este tipo de derrota na excelência me parece inerente a onde quer que haja  competição, vide a Holanda por exemplo, quantas vezes montou uma seleção de futebol fenomenal mas nunca conseguiu ganhar uma copa do mundo, porque perdia no detalhe talvez, de modo que o jogo decisivo de derrota não caiu num dia bom ou ainda porque mesmo dando o absoluto melhor de si, havia uma seleção ainda superior e campeão do mundo somente pode haver um. Faz parte do jogo.

Rocky Balboa perde a luta no primeiro filme, mas no segundo ele volta,
 treina de novo e derrota seu arqui rival, Apolo Creed.

Enfim, a frustração é muita, se você faz provas há anos e ainda não pegou uma vaga boa, não desista, é assim mesmo, mas não vou mentir, talvez você nunca consiga, pelo menos lembre-se que o tempo estudando para concursos nunca é tempo perdido, você aprende muito e consequentemente vira uma pessoa melhor, para você e para os outros ao seu redor.

Abraços.

 "Somente aqueles que ousam falhar muito podem conquistar muito". 
- Robert F. Kennedy. 

Você sabia que Richard Nixon perdeu uma eleição presidencial 
antes de tentar novamente e chegar ao cargo mais poderoso do mundo?






Tá, Nixon está longe de ser o mais louvável exemplo, aqui vão mais alguns:

Albert Einstein não falava até os quatro anos de idade e não lia até os sete anos. Seus pais pensaram que ele era "sub-normal" e um de seus professores o descreveu como "mentalmente lento, insociável e à deriva para sempre em sonhos tolos ". Ele foi expulso da escola e foi recusado a admissão na Escola Politécnica de Zurique. Acabou aprendendo a falar e ler. Até para fazer um pouco de matemática...

Louis Pasteur era apenas um aluno medíocre nos estudos de graduação e ocupava a 15ª posição entre 22 estudantes de química. Em 1872, Pierre Pachet, professor de fisiologia de Toulouse, escreveu que "a teoria dos germes de Louis Pasteur é ficção ridícula".

Henry Ford falhou e quebrou cinco vezes antes de ter sucesso.

Michael Jordan foi cortado de seu time de basquete do ensino médio. Jordan observou uma vez: "Eu falhei várias vezes na minha vida. É por isso que tenho sucesso".

Walt Disney foi demitido por um editor de jornal porque "ele não tinha imaginação e não tinha boas idéias". Ele faliu várias vezes antes de construir a Disneylândia. De fato, o parque proposto foi rejeitado pela cidade de Anaheim, alegando que apenas atrairia ralé. Hoje seu nome ainda é conhecido, e a marca por ele fundada é uma das mais valiosas do mundo.

Beethoven não era dos melhores violinistas e preferia tocar suas próprias composições, em vez de melhorar sua técnica. Seu então professor o chamou de "sem esperança como compositor". E, claro, você já deve ter ouvido falar que ele escreveu cinco de suas maiores sinfonias enquanto era completamente surdo!

O grande Cartola foi encontrado trabalhando como lavador de carros em Ipanema, em 1957. Conseguiu algumas apresentações em rádios e algumas matérias em jornais e revistas. Passou a trabalhar como contínuo, primeiro no "Diário Carioca" e depois no Ministério da Indústria e Comércio.


Bom, exemplos não faltam, a riqueza de informações da internet está cheia deles. Lembra de mais algum?



sábado, 7 de dezembro de 2019

Adolescentes de 18 anos ganham mais que eu

Olha, eu sei que por um lado eu não deveria me incomodar com este tipo de coisa, tenho que fazer o meu trabalho e ignorar que no mesmo local onde realizo as minhas obrigações laborais há diversos servidores incompetentes que só ficam lá encostados atrapalhando. Isso me incomoda  não só como profissional, mas também como contribuinte.

São os infames comissionados, servidores que ocupam cargos de livre nomeação e exoneração, sem necessidade concurso público.

Generalizações é claro são burras e devo admitir que já trabalhei com muitos comissionados de alto nível, aptos a realizar trabalhos complexos, entretanto são uma minoria, pelo que pude observar ao longo de minha carreira de concursado. Chutaria que pelo menos uns 90% dos comissionados com quem trabalhei são completamente inaptos para os cargos para os quais foram nomeados.

No prédio onde trabalho devem ter pelo menos uns três adolescentes que somente perambulam pelos corredores ouvindo sei la o que em seus fones de ouvidos como se estivessem na hora do recreio, sendo basicamente pagos pelo contribuinte para ouvir música e ver a hora passar.


E o pior é que esses caras ganham mais do que eu!!! Sem concurso e sem nada, imagina você, no auge de seus 18 anos, sendo nomeado para cargos que pagam relativamente bem para não fazer nada!!! Eu nem sei em que aspecto isso seria algo positivo para um adolescente, um cara desses pode acabar erroneamente achando que a vida é muito fácil.

Por isso meus amigos, é fundamental pressionar os legisladores federais no sentido de inibir o quantitativo de cargos em comissão, bem como restringir tais contratações a profissionais de alto gabarito.


______________________________


Aviso aos leitores: o blog anda parado porque é difícil encontrar tempo para produzir conteúdo, mas devo tirar férias la pela semana do natal, acredito que encontrarei tempo livre para postar mais aqui, então, pretendo postar mais no finzinho deste ano, abraços a todos.

Aquila non capit muscas