segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Que se phoda isso tudo! Vou ser gerente do McDonald's!

Ao longo do blog gostaria de relatar minhas experiências pessoais enquanto funcionário público, eu já falei aqui de modo geral de minha experiência pessoal trabalhando numa escola pública do RJ. Não cheguei a mencionar que uma das coisas que eu mais odiava no referido emprego era lhe dar com adolescentes. As crianças não eram um problema, respeitavam mais e só queriam saber de brincar. Agora, os aborrecentes, ah meu Pai, são provavelmente os seres mais alienados, mal educados, irritantes. imbecis e pedantes da face da terra. Ta, não vamos generalizar, mas eu diria que pelo menos 90% são assim...

Pois bem, neste meu emprego, às vezes eu conversava com esses seres. Eis que certo dia estava conversando com três da espécie, vamos chamá-los de Aborrecente A, Aborrencente B e Aborrecente C. 

Na verdade, por mais surpreendente que pareça, os Aborrecentes A e B até que eram bem inteligentes, cultos e sensatos para a idade, na faixa dos 17 anos. O Aborrecente C até que era gente boa, mas é um desses retardados de escola pública que entre outras coisas gosta de ouvir Funk carioca. 

Naquela época o Aborrecente C trabalhava de manhã como caixa de um McDonald's próximo a escola, bem como estudava no período da tarde.

O tópico da conversa, tendo em vista que faltavam poucos dias para o fim do ano ano letivo, era o que fazer após concluir o ensino médio, que por mais louco que isso possa parecer, pra essa gente é o equivalente a ter um PhD em astrofísica. 

Também conversávamos sobre como a diretora era uma megera - um dos poucos, senão o único assunto que eu tinha em comum com a maioria dos alunos -, Aborrecente C comentava o quanto ela pegava no pé dele por excesso de faltas, que poderia acabar sendo reprovado e eis que ele acabou soltando a seguinte pérola que quase me fez derramar lágrimas por conta de tamanha estupidez e visão pequena: "Ah, que se phoda, eu to quase virando gerente do McDonald's onde trabalho".

Percebam, para idiotas como o Aborrecente C ser gerente de um McDonald's é vencer na vida, o cara desdenhava o diploma de ensino médio, que convenhamos é o minimo que você precisa ter hoje em dia para não se suicidar economicamente.

Isso já ocorreu há cerca de 2 anos, lembro que na época o Aborrecente C já tinha uma namoradinha e permanece com ela até hoje, não que eu mantenha contato com ele, mas moramos no mesmo bairro e de vez em quando eu ainda cruzo com ele na rua, de mãos dadas com a citada. A moça tem o perfil de mulher que eu odeio, não consegue se virar por conta própria, completamente dependente de um marido. 

Foram feitos um para o outro, o tipo de gente inconsequente que acha que pode jogar a vida no level easy, não ligam para estudo nem para conseguir empregos descentes, com certeza dentro de alguns anos terão uma penca de filhos e serão fortes candidatos ao bolsa esmola do governo.

Senhores, apesar deste ser apenas um caso pontual que testemunhei certa vez, vocês precisam multiplicá-lo por milhões de situações similares Brasil a fora e entenderão porque - infelizmente - nossa querida nação sempre será o país do futuro e nunca do presente. Por isso hoje em dia sou um pessimista filho da mãe para com nossa sociedade como um todo, ultimamente procuro fazer o meu, tentar subir na vida financeiramente - através de concursos - e apenas lamentar o estado caótico do Brasil em que vivemos.

P.S.: Pelo que sei o Aborrecente C ainda não atingiu o sonhado cargo de gerente, mas ta la firme e forte ainda como balconista.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Chefia à brasileira

 Se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder.
- Abraham Lincoln

Uma coisa que sempre notei nos empregos que tive é o tratamento desigual dispensado pela chefia aos funcionários, mesmo em empregos públicos! De modo que quando você tem um dinossauro pré-histórico como seu chefe imediato, você pode acabar ouvindo grosserias indesejadas ao longo de sua semana laboral.

Normal - infelizmente - quando se tem uma chefia mal preparada para administrar, que muitas vezes sequer fez concurso, pois ocupa um cargo em comissão ou trabalha ali desde antes de 1988.

Mas o que me realmente me chama atenção ao longo de minha experiência pessoal, e é sobre isso que quero focar aqui, diz respeito ao fato que estes chefes mal educados parecem apenas direcionar sua ira para indivíduos que ocupem cargos da mais baixa hierarquia organizacional. Me refiro a copeiras, zeladores, faxineiros etc. 

Por exemplo, no cargo em que ocupo atualmente, em uma prefeitura municipal, noto quase que diariamente o meu chefe imediato tratar aos berros, sem se preocupar com qualquer forma de dignidade, o pessoal da limpeza. Entretanto, eu que ocupo um cargo administrativo, NUNCA tive que ouvir um berro deste mesmo chefe, ao contrário, ele me trata muito bem.
Foto real do meu atual chefe.
Mas eu nem sempre tive essa "sorte". Como já disse aqui em "Carreira de Concurseiro", já tive um emprego muito ruim em uma escola estadual onde tinha que aturar uma diretora insuportável. Evidentemente que meu cargo la era da base piramidal. 

Evidentemente também que estes chefes sem dúvida não são algo que se pode chamar de pessoas éticas e preparadas, me lembrei de uma frase que ouvi outro dia ao assistir ao filme "Missão Impossível 3", eu não vi ela em mais nenhum lugar, então vou supor que é uma frase original do filme: "Você pode dizer muito sobre o caráter de alguém pelo jeito como ele trata as pessoas que não têm de tratar bem". 

Resumindo, salário bom, tratamento bom, salário ruim, tratamento ruim. Isso é claro é algo que acomete a sociedade brasileira como um todo, não se restringindo ao ambiente laboral. "Você vale quanto tem no bolso", me disse um mendigo outro dia quando eu lhe dei um resto de long neck que não quis tomar, além de um pouco de meu tempo conversando com ele num banco de praça por alguns minutos.

Isso que dar viver em uma sociedade onde, entre outras coisas, juízes pensam que são deuses e pessoas te olham de cima simplesmente porque ganham mais do que você.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Pelo fim das cotas raciais em concursos

(...) ao longo das gerações, as pessoas que dizem falar em prol do "movimento negro" sofreram uma mutação de caráter: se antes possuíam uma alma nobre, hoje não passam de charlatães descarados.  Após a implantação definitiva de políticas de ação afirmativa nos EUA, esses charlatães perceberam que era muito fácil ganhar dinheiro, poder e fama ao redor do mundo ao simplesmente se dedicarem à promoção de ações e políticas raciais que são totalmente contraproducentes aos interesses das pessoas que eles próprios dizem liderar e defender.- Thomas Sowell, um dos economistas mais picas que você pode ler.

Cotas raciais em concursos públicos, este é sem dúvidas um assunto urgente, ainda que polêmico, inevitavelmente ao falarmos sobre o referido tópico podemos cair aqui na questão do racismo e suas implicações na sociedade brasileira de hoje. 

Gostaria de indicar minha opinião sobre o assunto, você evidentemente não precisa estar de acordo com ela.

Primeiramente, quero deixar claro aqui que abomino qualquer forma de discriminação, acho o racismo uma estupidez tremenda que precisa ser combatido em sociedades avançadas por meio de toda e qualquer ferramenta legal. 

Antes de prosseguirmos, cabe aqui ressaltar que eu sou branco - na verdade, tecnicamente como a maioria dos brasileiros, eu sou miscigenado, jamais me chamariam de caucasiano na terra do Trump ou no Velho Mundo, mas, na perspectiva cultural brasileira eu sou visto como branco. E enquanto uma pessoa branca, eu acho que não conseguiria entender o que é ser negro em uma sociedade racista como o Sul dos EUA ainda o é. Mas com toda a sinceridade, eu não creio que a sociedade brasileira seja majoritariamente racista, o que por si só já é um argumento contrário a cotas raciais.

A questão é que o racismo no Brasil não é assim tão comum como a mídia de massas pinta por aí, existem casos sim, porém escassos - evidentemente que apesar de raros devem ser combatidos e os culpados sumariamente punidos através da legislação vigente sobre o assunto.

Ou seja, não há razão para cotas raciais em concursos públicos na sociedade brasileira de hoje. Isso prejudica brancos pobres - como este que aqui escreve - ao passo qua auxilia negros ricos. De modo que cotas raciais são um beneficio gritante em concursos públicos, beneficiando indivíduos unicamente em razão da cor de sua pele. 

Existem poucos indivíduos negros no serviço público, você pode argumentar, eu não saberia responder, porque eu não me importo se servidores públicos são negros ou brancos, pois sou daqueles que acreditam que o racismo começa justamente a partir do momento que começamos a contar se há muitos ou poucos membros de determinada etnia em certo meio social. De modo que do meu ponto de vista, uma cota em concursos públicos para negros tem o mesmo sentido que fazer cotas sociais para ruivos.

Também é muito comum ver como argumento de defesa em favor das cotas a questão de uma espécia de compeçamento histórico pela escravidão sofrida pelos afro-descendentes no Brasil, este é sem dúvidas o argumento mais risível de todos, afinal por que demônios um individuo negro de hoje deveria ser compeçado por um mal causado a um antepassado que ele mal sabe quem foi? E quanto aos negros descendentes de indivíduos que chegaram ao Brasil no pós 1888, evidentemente não são descendentes de escravos.



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Ficar num emprego ruim é pior do que estar desempregado

Já falei de minha experiência pessoal em um emprego público ruim neste post, pois bem, "empregos ruins", é sobre isso que quero falar hoje. Embora eu não me considere la um especialista no assunto, afinal a maioria dos empregos que se enquadram nessa categoria são encontrados no setor privado, ao passo que eu passei a maior parte de minha vida laboral em empregos públicos.

Mas posso analisar a situação de quem se encontra neste tipo de emprego olhando de fora, de cima - digo de cima não em um sentido arrogante, mas sim pelo fato que eu considero meu emprego atual melhor do que o de 90% das pessoas que eu conheço.

Ressalvo que o título do post é uma afirmativa, não uma pergunta, de modo que você já deve perceber qual a minha opnião sobre o assunto somente com base no referido título.

Eu possuo amigos de 20 e poucos e 30 e poucos anos que trabalham ainda hoje como vendedores em comércio, trabalhando de Segunda a Sábado, mais de 40 horas por semana pra ganhar uma merreca no fim do mês. 

Não vou entrar no mérito de se eles são ou não pessoas felizes, dizem que a felicidade não se compra, pode ser verdade, mas é preciso lembrar que o problema maior desses empregos não é somente o baixo salário, como também o alto desgaste que eles demandam.
"What is it you want, Mary? What do you want? You want the moon?" Desculpem, nenhuma relação com o
post em si, mas não posso escrever "A felicidade não se compra" e não lembrar de que este é o título deste filme no Brasil
Empregos ruins consomem muito de seu tempo e de sua energia, impedindo assim que você se dedique a outras atividades mais produtivas, como, por exemplo, estudar para concursos públicos. 

Ou seja, além desses empregos lhe propiciarem um presente ruim, eles te deixam numa situação que lhe tira as perspectivas de melhora, de modo que você pode acordar um dia daqui a 20 anos e ainda se encontrar mo mesmo emprego fajuto, contando moedas pra pagar o ônibus e se desgastando física e mentalmente. Talvez esperando que algo caía do céu, como ganhar na loteria, mas a mudança amigo, deve partir de você.

Se você se encontra num subemprego atualmente e tem a possibilidade de sair - por exemplo, se mora com os pais - eu recomendo fortemente que o faça, se meu conselho vale de algo. Converse com os seus pais e peça para que eles lhe banquem por pelo menos um ano para que você possa estudar para concursos públicos, não precisa ir direto no filé mignon, foque num cargo que embora não pague grande coisa possa te deixar tranquilo para estudar para concursos melhores. Pelo menos você terá um porto seguro e se tudo der errado, pelo menos você não vai encarnar o Garfield e acordar irritado toda a segunda, além do que sempre terá grana garantida pra gelada de sábado, ou mesmo, a longo prazo, terá juntado dinheiro para investir em algo. 

P.S.: Ainda sobre o tópico empregos ruins, não posso deixar de recomendar o ótimo filme "Office Space" (1999) - conhecido no Brasil pelo título "Como Enlouquecer Seu Chefe" - se você nunca viu, procure conferir, a película possui diversas críticas de qualidade sobre o assunto.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Grupos de concurso no Facebook e no whatsapp

Uma mania minha sempre que me inscrevo em um novo concurso público é procurar participar de grupos no facebook ou no whatsapp relacionados ao certame. Nada muito sério, serve mais para passar o tempo e trocar experiência mesmo, ou até rir um pouco.

Pessoalmente eu prefiro os grupos no Facebook do que no Whatsapp, afinal no Facebook a conversa é melhor setorizada por tópicos diferentes. Portanto concentrarei este texto nos grupos de facebook.

Gostaria de apontar algumas coisas muito comuns de se ver nos referidos grupos.

La vamos nós:


PERGUNTAS IDIOTAS 

Se você já esteve em um destes grupos de concurso no Facebook, deve ter notado que a maioria dos tópicos foi postada por n00bs dos concursos, geralmente fazendo questionamentos toscos que em sua maioria poderiam ser facilmente respondidos com breves consultas ao edital, são perguntas do tipo:
  • Onde faço minha inscrição?
  • Que dia é a prova?
  • O que precisa levar na hora da prova?
  • Já saiu a apostila do concurso na banca?

Igualmente comum é ver concurseiros mais experientes trolando os n00bs e respondendo as questões de forma irônica e criativa - morro de rir, e agora escrevendo sobre isso creio ser essa a principal razão pela qual eu entro nesses grupos! Hahahaha.

PROPAGANDAS FORA DE CONTEXTO

Outra coisa bastante comum nestes grupos é ver gente vendendo coisas completamente não relacionadas com o tópico central do grupo... mas, creio que infelizmente esse seja um problema comum na maioria dos grupos do facebook.

NINJAS QUE ESTUDAM 15 HORAS POR DIA

É claro que cada pessoa tem seu tempo e um perfil diferente para estudo, eu pessoalmente não conseguiria estudar mais do que 3 horas nem que estivesse sem trabalhar, simplesmente não consigo.

Mas, nesses grupos do Facebook há diversos ninjas que alegam estudar 8, 9, 10, 11, ou até 15 horas por dia! Não sei se estão trolando ou se são sinceros, no segundo caso, não me resta mais nada a não ser bater palmas para a determinação dessa gente.

REPORTAGEM DO FANTÁSTICO SOBRE FRAUDES EM CONCURSOS PÚBLICOS

Por fim, mas não menos importante, a ultima das coisas mais comuns de se ver em grupos de concurso do facebook, essa mítica reportagem do Fantástico feita em 2012:


Aí meus amigos, nenhum grupo de facebook é grupo de facebook se ainda nenhum de seus membros jogou essa mesma reportagem la. Pode procurar, consulte qualquer grupo de concurso no facebook e você verá, não interessa se a banca é a FGV, sempre alguém compartilha esse vídeo.

Acho que na maioria das vezes que ocorre não passa de uma estratégia para tentar desanimar os adversários, mas sei la, isso não pode explicar absolutamente todas as ocorrências, (rs).



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Superando formados em Direito em provas de concurso

Estou eu aqui tentando estudar para o concurso do TRF em meio a trabalho, uma pós que estou concluído entre outras atribuições. Confesso que, além do pouco tempo de que disponho, na verdade estou um tanto desanimado em estudar para essa prova. Uma das coisas que me desanima é o fato de que 75% das questões da prova objetiva são referentes a Direito. Sendo que a maioria das matérias, como Direito previdenciário, eu nunca havia estudado antes de me inscrever nesse concurso.

Ora, creio que não seria nenhum exagero afirmar que alguém formado em direito já tem mais do que meio caminho andado nesta prova. Afinal, Direito domina o edital.

Ademais é o curso que mais possui graduados no Brasil o que numa análise a priori aumenta em muito o número de potenciais concorrentes de qualidade.

Parecem suposições razoáveis de minha parte, não é mesmo? Mas, a verdade é outra. De modo que esse altíssimo quantitativo de formandos e formados em direito não deve assustar um concurseiro. Afinal a maioria desses diplomados são oriundos de uniesquinas e somente possuem o canudo e nada mais, de modo que tem um conhecimento muito raso da matéria em que são formados, pelas noticias que vejo na net somadas a minha experiência própria, posso afirmar sem medo de estar dizendo bobagens que um concurseiro dedicado que tenha meramente o ens médio consegue superar este tipo de adversário formado em direito.

Eu mesmo, recentemente fiz um concurso para Fazenda de Niterói, fiquei entre os 500 primeiros dentre mais de 27 mil candidatos inscritos para o cargo em que concorri, superando assim sem dúvidas diversos adEvogados que ali estavam inscritos. No cargo municipal no qual estou trabalhando atualmente, conheço pelo menos dois formados em direito que sequer ficaram entre os 100 primeiros na ocasião da prova.

O que me leva ao questionamento sobre o que diab*s essa galera fez ao longo de 5 anos de faculdade que os tornou sequer capazes de superar este vagabundo que aqui escreve, que estuda para concursos há não mais que 1 ano.

Confesso que as vezes é um tanto prazeroso superar esses tipo de adversário, porque como é sabido, ainda hoje estudantes de direito são - em grande parte - extremamente arrogantes, por alguma razão que eu não consigo entender qual. Não estou dizendo que há advogados arrogantes, estou dizendo que há estudantes do primeiro período da uniesquina arrogantes. Não vou aqui generalizar, mas ressalto mais uma vez que isso é comum.

Portanto senhores, não se assustem quando forem fazer um concurso onde Direito domina o edital, pode não ser tão difícil quanto parece superar os bacharéis da área.


Concurseiro deve fazer faculdade?

Um tópico muito comum nos redutos que eu frequento na internet em relação a finanças pessoais é a questão de se fazer ou não uma faculdade. Costumeiramente a maioria dos conselhos é pela opção negativa.

Eu respeitosamente discordo destes conselhos, embora eu aprecie opiniões adversas da minha, desde que, é claro, construtivas. Cabe ressaltar também que o pessimismo com os diplomados parece ser generalizado, essa ótima matéria da BBC Brasil ilustra bem isso. 

De modo que uma faculdade é essencial para o individuo crescer como pessoa, desenvolver o pensamento critico e consequentemente ser um membro mais útil a sociedade. Bom, é pelo menos assim nas faculdades públicas, não sei como é a realidade em uma faculdade particular, nunca estudei em uma, só ouvi dizer que não são boas.

Para um concurseiro um diploma de faculdade torna-se uma ferramenta ainda mais essencial, ainda que não pretenda exercer a função em que se formou, afinal existem diversos concursos públicos de qualidade que exigem apenas o nível superior em qualquer área. Nesse sentido, os cursos tecnológicos são uma boa pedida, afinal são mais curtos que licenciaturas e bacharelados, e contam como cursos de nível superior.

Eu por exemplo sou formado em Licenciatura em História e embora não pretenda ser professor, sou feliz por ser formado, posso fazer concursos de nível superior e graças a faculdade amadureci e aprendi a auto disciplina para estudar por conta própria, algo que creio que não conseguiria fora da Universidade.

Cabe observar que nunca gastei um centavo com a faculdade, nem com transporte, eu morava perto dela e ia a pé. Talvez isso conte como ponto favorável para que eu não me arrependa de tê-la feito.

Um ponto negativo ao se fazer a licenciatura é o fato de que você é obrigado a estudar matérias de pedagogia, não me leve a mal, não é que essas matérias sejam difíceis ou algo assim, pelo contrário, são as mais fáceis da grade, o problema é que são matérias inúteis, completamente desconexas da prática e dominadas pelas teses de Paulo Freire.

Outro ponto negativo de se estudar humanas em uma faculdade pública é o já manjado fato desta ser dominada por marxistas, sejam eles professores que ganham 20 mil R$ por mês e insistem em se rotularem como comunistas, ou alunos playboys bem mais ricos que eu e você que vão na onda deles.





Aquila non capit muscas